Em 22 de janeiro de 2026, o Ibovespa avançou 3,33%, fechando em 171.816 pontos e alcançando uma nova máxima histórica de 171.969 pontos.
O movimento foi acompanhado por forte amplitude, com uma única ação do índice em baixa (TIMS3).
As ações da Cogna (+10,96%), Yduqs (+8,91%) e C&A (+7,93%) foram os maiores destaques.
No acumulado de 2026, o Ibovespa registra alta de 6,64%, após um avanço de 33,95% em 2025.
Análise Técnica
O índice está acima das médias móveis em diferentes horizontes de tempo.
O mercado encontra-se em zona de sobrecompra.
No curto prazo, o Ibovespa está em forte tendência de alta.
O índice negocia acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas inclinadas para cima.
O IFR (14) em 75,25 confirma zona de sobrecompra.
Para manter o movimento de alta no curto prazo, será necessário superar a máxima histórica de 171.969 pontos, o que pode levar a alvos em 172.520, 173.575, 175.940, 177.000 e 178.050 pontos.
Em caso de correção, a atenção se volta para a faixa de 166.467/163.570 pontos.
No médio prazo, a leitura técnica é altista, com sucessivas renovações de máximas históricas.
O índice negocia acima das médias móveis, que seguem com inclinação positiva.
O IFR (14) em 77,89 indica sobrecompra.
Para a continuidade da alta no médio prazo, será fundamental superar a região da máxima histórica em 171.969 pontos, com projeções para 172.260, 175.910, 180.000, 181.660 e 184.535 pontos.
Em um cenário de correção, a região de 162.110/157.000 pontos é o primeiro ponto de atenção.
O analista técnico é Rodrigo Paz.