Search

Centrão e governo avaliam estratégias após expectativa de delação de Daniel Vorcaro

O Palácio do Planalto e congressistas analisam os possíveis impactos da delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master. Integrantes do governo e do Centrão elaboram estratégias para lidar com o caso.

No Congresso, parlamentares buscam reunir informações sobre a relação de políticos com Vorcaro e o Banco Master. A intenção é apresentar dados que sustentem a alegação de ausência de conflito de interesses ou recebimento de vantagens.

Conexões políticas

O governo aponta para supostas conexões de Vorcaro com integrantes do PT da Bahia, como o ministro Rui Costa e o senador Jaques Wagner. Também são citados os ex-ministros Guido Mantega e Ricardo Lewandowski, que prestaram serviços ao banco.

No Centrão, a proximidade entre os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira, e do União Brasil, Antonio Rueda, é destacada.

A orientação no Centrão é evitar declarações públicas e responder apenas em caso de fatos concretos na delação. A avaliação é que a colaboração premiada pode se estender por meses.

Reações e contestações

Auxiliares do presidente Lula contestam a relevância da delação do banqueiro, alegando que dados de suas contas bancárias e aparelhos celulares já estão em posse da Polícia Federal.

O governo tem enfatizado que o caso Master envolve mais políticos da direita. Perfis ligados ao governo divulgaram nas redes sociais material sobre o caso.

As ligações de Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, com Jaques Wagner e Rui Costa são minimizadas. É alegado que não há fatos concretos que comprovem que Lima foi beneficiado no Credcesta.

Foi divulgado que a nora de Wagner recebeu R$ 11 milhões do Master. O senador afirmou que não participou de negociações. Em dezembro de 2024, Lula recebeu Vorcaro no Planalto, fora da agenda oficial. O banqueiro foi levado por Guido Mantega.

Um aliado do presidente do União Brasil informou que estão sendo levantados documentos sobre o trabalho de Rueda como advogado para o Master. O ex-prefeito ACM Neto também prepara material sobre sua atuação, segundo interlocutores. Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Master e da Reag. Ciro Nogueira declarou que renunciará caso haja envolvimento em fraudes no banco.

Esses posts também podem te interessar:

Confira também o EmpreendaSC Talk:

Relacionado

Caju amplia estrutura de liderança com novas designações

Notícias

Governo de SC abre inscrições para programa de Pagamento por Serviços Ambientais

Agronegócio

BRDE completa 65 anos com carteira de crédito de R$ 25,6 bilhões

Notícias

BRDE reforça oferta de crédito climático com atendimento ao Fundo Clima

Economia

UBS demite centenas na Europa, Oriente Médio e África após compra do Credit Suisse

Notícias