Dois meses após o início de 2026, o S&P 500 não registrou variação.
Apesar disso, a meta média para o S&P 500 é 10% superior ao nível atual até o fechamento de dezembro, conforme estimativa inicial do ano. Os estrategistas também mantiveram suas alocações, segundo indicador do Bank of America.
O otimismo se baseia na previsão de crescimento econômico acima da média nos Estados Unidos e no aumento dos lucros corporativos.
Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute, afirmou que o conflito com o Irã pode ameaçar uma recessão global.
Analistas recomendaram a clientes que qualquer queda relacionada ao Irã seria uma janela de compra. Instituições de Morgan Stanley a Piper Sandler defenderam visão construtiva para ações.
O S&P 500 encerrou a segunda-feira praticamente estável, após reverter uma queda inicial de 1,2% no primeiro pregão.
Segundo Savita Subramanian, chefe de estratégia de ações e quantitativa do BofA, o sentimento em relação às ações “permaneceu resiliente e otimista neste ano”.
Na temporada de balanços mais recente, as empresas do S&P 500 elevaram os lucros em 13%.