A adoção de stablecoins na Ásia se expandiu em países como China, Singapura e Índia. Esses ativos digitais permitem transações internacionais com custos reduzidos, diferentemente do sistema bancário tradicional.
As stablecoins são lastreadas em ativos como o dólar americano ou ouro.
Singapura e Hong Kong
A clareza regulatória em centros como Singapura e Hong Kong impulsionou novos negócios.
Enviar dinheiro por meio dessas moedas digitais tornou-se similar ao envio de e-mails, disponível 24 horas por dia.
Remessas na Índia
A Índia recebeu US$ 129 bilhões do exterior em 2024, tornando-se um dos maiores mercados globais em remessas.
Singapura processou quase um bilhão em pagamentos de cripto no segundo trimestre de 2024. Marcas de moda e hotéis de luxo aceitam ativos como USDT e USDC.
A integração em “super aplicativos” como Grab e WeChat facilita a adoção em massa.
Em economias emergentes com histórico de hiperinflação, as stablecoins surgem como uma reserva de valor.
A tecnologia está redesenhando o paradigma financeiro.