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Eduardo Bolsonaro critica Moraes por negar prisão domiciliar a Bolsonaro

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, pela decisão de transferir o ex-presidente Jair Bolsonaro para o 19º Batalhão da PM-DF, conhecido como “Papudinha”, em Brasília. Eduardo comparou a situação de saúde de Bolsonaro à do ex-presidente Fernando Collor de Mello, que cumpre pena em prisão domiciliar, questionando a negativa de Moraes em conceder o mesmo benefício ao pai.

Eduardo Bolsonaro argumenta que a recusa em conceder prisão domiciliar a Bolsonaro tem motivações políticas, visando impedir sua influência nas eleições. Ele mencionou o caso de Collor, que está em prisão domiciliar desde maio de 2025, após ser condenado pelo STF, por ter comorbidades. Collor cumpre a pena em uma cobertura em Maceió, com autorização para receber visitas, mas utilizando tornozeleira eletrônica e com restrições de viagem.

A Transferência e as Condições

A transferência de Bolsonaro para o batalhão da PM-DF ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes negar o pedido de prisão domiciliar, feito pela defesa do ex-presidente. Na decisão, Moraes autorizou assistência religiosa e a participação em um programa de leitura para redução da pena, mas negou acesso a uma televisão com internet.

Bolsonaro estava cumprindo pena na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília desde novembro, após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Moraes determinou que Bolsonaro passe por exame médico da PF para avaliar a necessidade de transferência para o hospital penitenciário, e que decidirá sobre a prisão domiciliar após essa avaliação.

Moraes justificou a transferência para o batalhão, afirmando que o local oferece condições mais favoráveis, incluindo aumento do tempo de visitas, banho de sol e exercícios, além da instalação de equipamentos de fisioterapia. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro agradeceu à Polícia Federal e visitou o ex-presidente após a transferência.

O ministro ressaltou que, apesar das reclamações sobre as condições na Superintendência da PF, o cumprimento da pena de Bolsonaro sempre ocorreu com respeito à dignidade humana.

O ministro decidirá sobre a concessão de prisão domiciliar após a avaliação médica.

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