O Goldman Sachs projeta um ano de 2026 sólido para os bancos brasileiros, impulsionado por um crescimento moderado a robusto do crédito, mesmo com a taxa Selic ainda restritiva, e com riscos de inadimplência considerados moderados.
Desempenho no início de 2026
Após um forte desempenho em 2025, o setor bancário iniciou 2026 com cautela. Itaú e Bradesco registraram altas significativas em 2025, enquanto o Banco do Brasil apresentou queda. A análise técnica aponta para movimentos de acomodação e lateralização nos preços das ações, com atenção aos níveis técnicos de curto prazo.
Banco do Brasil (BBAS3): As ações iniciaram 2026 em baixa. No gráfico diário, o papel negocia em uma faixa definida, indicando consolidação. Para retomar a tração compradora, é preciso superar a média móvel em R$ 21,71. A perda de R$ 21,05 pode reforçar o fluxo vendedor.
Bradesco (BBDC4): As ações iniciaram 2026 com leve alta, após forte valorização em 2025. O papel negocia de forma lateral, com resistência em R$ 19,45. A recuperação da média curta em R$ 18,44 pode destravar um movimento de alta. A perda de R$ 18,06 pode intensificar o fluxo corretivo.
Itaú (ITUB4): As ações iniciaram 2026 com leve correção, após um desempenho expressivo em 2025. O papel mantém uma estrutura técnica positiva, com tendência de alta. A superação da média curta em R$ 39,41 pode impulsionar novas altas. A perda de R$ 38,95 pode intensificar a correção.
As análises técnicas fornecem suporte e resistência para as ações, indicando potenciais movimentos de preço.
Acompanhar a superação ou perda das regiões de suporte e resistência será crucial para as próximas movimentações das ações.
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