A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, é disputada por PT e PSOL para representar os partidos nas urnas.
O ministro Guilherme Boulos (PSOL) e a presidente do partido, Paula Coradi, vão se reunir para tratar do tema. Marina Silva afirmou estar honrada com a procura de agremiações. PSB e PV também avaliam a filiação da ministra.
O deputado federal Jilmar Tatto (PT) afirmou que a vinda de Marina para o PT está bem encaminhada. Uma questão levantada por apoiadores do PSOL são as rusgas na saída de Marina do PT. Tatto considera o episódio superado. O deputado estadual Paulo Fiorilo (PT) avalia que a escolha não deve prejudicar a composição eleitoral do campo progressista.
Outra opção para Marina Silva seria o PSB. João Campos, prefeito de Recife, e a deputada federal Tabata Amaral trataram do assunto com ela. O PV também está no páreo.
Dobradinha com Tebet
Simone Tebet (MDB), do Planejamento, também é considerada uma opção para concorrer ao Senado por São Paulo. O PT avalia a viabilidade eleitoral de Tebet, inclusive para uma possível candidatura ao governo. Tebet precisaria mudar o domicílio eleitoral e de partido. O PSB seria uma das opções.
O ministro Márcio França (PSB) poderia ser deslocado do arranjo para a construção da chapa majoritária. Márcio França afirmou que a decisão será do presidente Lula.
O advogado Marco Aurélio Carvalho, do Grupo Prerrogativas, afirma que a possibilidade de o campo progressista ter três pré-candidatos ao Senado é um sinal positivo para a esquerda. O cientista político Marco Antonio Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas, concorda que PT e demais partidos da esquerda precisam de mais nomes para retomar a competitividade nas corridas ao Senado em São Paulo.
A ministra Marina Silva participou de coletiva de imprensa em Brasília, em 30 de outubro de 2025.




