O JPMorgan elevou a recomendação da EcoRodovias (ECOR3) de neutro para overweight, após a queda das ações da companhia em 2026.
A ação da EcoRodovias teve desvalorização de 15% em 2026. Em comparação, a Motiva (MOTV3) subiu 7% e a Rumo (RAIL3) teve alta de 10%.
Projeções do JPMorgan
O banco elevou o preço-alvo da ação para R$ 11,50, para o final de 2026. Antes, o valor estimado era de R$ 11,00.
O JPMorgan projeta uma receita líquida de R$ 7,57 bilhões para a EcoRodovias em 2026. Essa estimativa está 1% acima do consenso do mercado.
A estimativa de receita líquida também é de R$7,57 bilhões em 2026, 1% acima do consenso. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) está estimado em R$5,598 bilhões, 1% abaixo do consenso.
Rotas Gerais
A análise do banco avalia o arremate no leilão da Rotas Gerais como um evento de redução de risco. A proposta vencedora implica em uma TIR (taxa interna de retorno) real alavancada entre 15% e 20%.
A concessão da Rotas Gerais se estende por 30 anos no estado e deve adicionar mais de R$ 10 bilhões em capex incremental, elevando o total da empresa para cerca de R$ 61,5 bilhões.
De acordo com o banco, o perfil de capex do projeto deve ajudar a EcoRodovias a reduzir sua alavancagem em cerca de 0,2x por ano nos primeiros anos. O plano é concentrar os investimentos no final do projeto, com aceleração após o quinto ano, em 2032.
As discussões sobre o desenvolvimento do projeto estão em andamento. Estudos e propostas serão entregues ao governo de São Paulo até meados do ano.
A ação da EcoRodovias está sendo negociada a uma TIR (taxa interna de retorno) real de 13,1%.




