A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes em aposentadorias do INSS avalia a possibilidade de conduzir coercitivamente Martha Graeff, ex-noiva do empresário Daniel Vorcaro.
A decisão foi tomada após a Polícia Legislativa do Senado não conseguir localizá-la para prestar depoimento.
Tentativas de Contato
Graeff foi convocada para depor na segunda-feira, 23 de março, mas não foi encontrada. A assessoria da comissão informou que diversas tentativas de contato foram realizadas sem sucesso.
A convocação foi aprovada na condição de testemunha, o que torna o comparecimento obrigatório. Ela também é esperada para depor na CPI do Crime Organizado do Senado, em sessão marcada para quarta-feira, 25 de março.
Medidas em Discussão
Diante da ausência, integrantes da comissão discutem medidas para garantir a presença da testemunha, incluindo a condução coercitiva, que permite levar a testemunha mediante força policial para prestar depoimento.
O encerramento dos trabalhos da CPMI está previsto para 28 de março, o que pode limitar o tempo para a execução de diligências.
A comissão busca consolidar provas e esclarecer a estrutura do esquema investigado.