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CEOs usam métrica de custo de mão de obra para decisões sobre contratações na era da IA

A KPMG divulgou em março de 2026 uma pesquisa sobre o uso de inteligência artificial (IA) por grandes empresas nos Estados Unidos. O estudo revela que CEOs estão utilizando uma métrica específica para tomar decisões sobre o número de funcionários a serem contratados.

A métrica em questão é o custo marginal de mão de obra. Segundo Tim Walsh, presidente do conselho e CEO da KPMG nos EUA, entender essa métrica revela como a IA está impactando a economia. A pesquisa ouviu 100 CEOs de grandes empresas dos EUA.

Investimentos em IA

Quase 80% dos CEOs disseram estar destinando pelo menos 5% de todo o seu orçamento de capital à IA, e 41% estão investindo ao menos 10%. Trinta e cinco por cento estão direcionando entre 11% e 20% de todo o seu orçamento de capital para a tecnologia.

De acordo com a pesquisa, 77% dos entrevistados concordaram que a IA generativa foi superestimada no último ano, mas que seu potencial disruptivo nos próximos cinco a dez anos provavelmente está sendo subestimado.

Cinquenta e cinco por cento dos CEOs disseram que a IA os levará a aumentar as contratações no próximo ano. A KPMG, por exemplo, informou que está contratando tecnólogos e profissionais para gerenciar fluxos de trabalho.

A pesquisa constatou que 31% dos CEOs apontaram como principal preocupação sobre o impacto da IA no desenvolvimento de liderança a redução das oportunidades para funcionários em início de carreira desenvolverem capacidade de julgamento por meio da experiência no mundo real.

Sessenta por cento dos CEOs identificaram o ritmo da inovação em IA e a gestão de riscos como o fator único mais importante para a prosperidade de suas organizações nos próximos três anos.

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