A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) busca consolidar a imagem em 2026, ano da Copa do Mundo. A entidade tenta se recuperar após crises institucionais e perda de credibilidade no mercado.
A Sadia é a nova patrocinadora das seleções até 2030, e também fornecerá proteínas aos jogadores. A CBF chega a nove patrocinadores, incluindo Nike, Ambev, Vivo, Itaú, iFood, Volkswagen, Uber e Cimed.
Receitas e metas
O mercado publicitário estima receitas de R$ 170 milhões este ano, abaixo da meta de R$ 250 milhões estipulada internamente para ciclos de Copa. A receita representa uma recuperação após perdas recentes.
Marcas como Gol, Mastercard, Pague Menos e TCL deixaram a lista de patrocinadores nos últimos anos.
Estratégia de reconstrução
Sob a gestão de Samir Xaud, a CBF busca reconstruir sua reputação. A Copa do Mundo é vista como um catalisador, e a entidade aposta em símbolos e personagens.
O técnico Carlo Ancelotti participa de campanhas publicitárias. O Canarinho também voltou a ser usado em ações promocionais.
Nova parceria com a Nike
A Nike lançou o uniforme reserva com a marca Jordan, ligada a Michael Jordan. O uniforme será utilizado no amistoso contra a França.
Reginaldo Diniz, CEO da End to End, informou que a sub marca da Nike, que leva o nome de Michael Jordan, atingiu US$ 7 bilhões em 2024, com crescimento de 6% em relação ao ano anterior.
O professor Ivan Martinho, da ESPM, analisou que a adoção de uma estética da Jordan Brand no uniforme reserva representaria uma fusão entre tradição e inovação.
A CBF tenta mostrar que superou as dificuldades. A entidade espera que o ciclo da Copa e o novo pacote de imagem transformem a percepção do mercado.




