O dólar abriu em alta e registrou máxima intradiária de R$ 5,2864 (+0,81%) no mercado à vista na manhã de segunda-feira (9). Posteriormente, o valor desacelerou e atingiu a mínima de R$ 5,2454 (+0,03%).
Cenário Econômico
O aumento do preço do petróleo eleva a aversão global ao risco, mas beneficia países exportadores, como o Brasil. A valorização de 2,28% do minério de ferro na China e o carry trade no País também contribuem para amenizar a força do dólar ante o real, segundo Jefferson Rugik, diretor da Correparti.
Há fluxo comercial positivo e leve redução de posições cambiais no mercado futuro, de acordo com o diretor.
Às 9h45, o dólar à vista subia 0,22%, cotado a R$ 5,2544. O dólar futuro para abril caía 0,08%, chegando a R$ 5,2840.
Juros
A curva de juros abriu com alta na manhã de segunda-feira. Houve avanço de até 26 pontos-base nos vencimentos médios e longos e de 20 pontos nos curtos. Essa movimentação acompanha o avanço do dólar ante o real e a elevação dos rendimentos dos Treasuries.
Às 9h07, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para 13,825%, ante 13,652% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 avançava para 13,460%, de 13,265%, e o DI para janeiro de 2031 subia para 13,825%, ante 13,648% no ajuste de sexta-feira (6).




