O Ibovespa B3 encerrou o dia 30 de janeiro de 2026 em queda de 0,97%, atingindo 181.363,90 pontos, uma baixa de 1.769,85 pontos. Apesar da queda, o índice permaneceu acima dos 180 mil pontos.
Em janeiro de 2026, o Ibovespa B3 subiu 20.008,11 pontos, representando a maior alta mensal em números absolutos na história do índice. O mês registrou a terceira melhor performance percentual desde 2010, com alta de 12,40%, atrás de março de 2016 (+16,97%) e novembro de 2020 (+15,90%).
A variação foi interpretada como realização de lucros, em linha com o comportamento das bolsas internacionais. O pregão refletiu um ajuste após semanas de alta.
Queda acompanha ajuste externo
As bolsas americanas também operaram em ajuste. Segundo Danilo Coelho, especialista em investimentos e MBA em Finanças pela FBNF, a indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve foi bem recebida pelo mercado.
O ajuste global também impactou as commodities, com recuo em metais e petróleo. A queda do petróleo contribuiu para a correção de ações ligadas ao setor de energia, como Petrobras, Brava Energia e PetroReconcavo.
Destaques do dia
CVC (CVCB3) teve alta de 15,25%, e GOL (GOLL54) avançou 9,45%. Na ponta negativa, Fictor Alimentos (FICT3) caiu 18,31%.
O dólar comercial subiu 1,03%, cotado a R$ 5,24, acompanhando a valorização global do dólar. A avaliação predominante no mercado é de que o pregão representou apenas um ajuste de curto prazo.