As ações de mineradoras e siderúrgicas apresentaram queda nesta quinta-feira (8), após um período de valorização. Os recuos acompanham a desvalorização do minério de ferro, que teve realização de lucros em meio a temores de intervenção do governo chinês.
Queda das ações de mineradoras e siderúrgicas
Às 11h (horário de Brasília), os ativos da CSN (CSNA3) caíam 2,64%, a R$ 9,59, Vale (VALE3) recuava 2,23%, a R$ 74,62, e Bradespar (BRAP4) registrava baixa de 2,01%, a R$ 20,94. Usiminas (USIM5) apresentava queda menos expressiva, de 0,77%, a R$ 6,43, enquanto Gerdau (GGBR4) e CSN Mineração (CMIN3) operavam perto da estabilidade.
Recuo do minério de ferro na China
Os contratos futuros do minério de ferro recuaram após quatro sessões de alta. O contrato de maio de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão com queda de 0,37%, a 813 iuanes (US$116,42) por tonelada. O minério de ferro de referência de fevereiro na Bolsa de Cingapura caiu 1,05%, para US$ 107,9 a tonelada.
Contexto do mercado e fatores influenciadores
A alta dos preços do minério de ferro foi impulsionada pela expectativa de aumento da demanda na China. Contudo, o aumento acentuado dos preços gerou cautela nos investidores, em meio a temores de intervenção para controle dos preços. Segundo dados da consultoria Mysteel, o volume de transações de minério de ferro nos principais portos da China caiu 54,9% na quarta-feira em comparação com o dia anterior. Além disso, o recuo dos metais básicos cobre e níquel também impactou o mercado.
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