A Raízen protocolou pedido de recuperação extrajudicial, enquanto PRIO, Cury e Allos divulgaram seus resultados. Pague Menos precificou oferta de ações e Oceânica Engenharia firmou contrato com a Petrobras. Banrisul anunciou proventos.
Raízen (RAIZ4)
A Raízen protocolou pedido de recuperação extrajudicial na Comarca da Capital de São Paulo, conforme comunicado divulgado na quarta-feira (11). A recuperação foi estruturada entre o Grupo Raízen e seus principais credores financeiros, visando a reestruturação de dívidas financeiras no valor aproximado de R$ 65,1 bilhões.
PRIO (PRIO3)
A PRIO registrou prejuízo líquido de US$185 milhões no quarto trimestre de 2025, excluindo a norma IFRS-16, segundo balanço divulgado na terça-feira. O resultado refletiu o aumento na linha de depreciação e amortização, além do ajuste da base tributável, impactando o valor dos ativos.
Cury (CURY3)
A Cury teve lucro líquido de R$270 milhões no quarto trimestre, um aumento de 62,9% em relação ao ano anterior. A receita líquida da companhia cresceu 37,2%, atingindo R$1,42 bilhão no período.
Allos (ALOS3)
A Allos teve lucro líquido de R$252 milhões no quarto trimestre, um aumento de 62% em comparação com o mesmo período de 2024. A companhia estimou um resultado operacional entre R$2,17 bilhões e R$2,24 bilhões em 2026.
Ultra (UGPA3)
O Grupo Ultra afirmou que permanece atento a oportunidades de negócios após notícias sobre negociações com a Chevron.
Pague Menos (PGMN3)
O conselho de administração da Pague Menos aprovou a fixação do preço de emissão de sua oferta em R$6,55 por ação. Foi aprovado o aumento de capital no montante de quase R$229,3 milhões mediante a emissão de 35 milhões de novas ações.
Petrobras (PETR4)
A Oceânica Engenharia informou que assinou contratos de longo prazo com a Petrobras de cerca de US$ 736 milhões. Com os novos contratos, o backlog da companhia passa para aproximadamente R$ 12 bilhões.
A Ser Educacional informou o encerramento de sua 7ª emissão de debêntures simples, no valor total de R$ 250 milhões. A Alliança Saúde informou que seu conselho de administração decidiu não homologar o aumento de capital aprovado em dezembro de 2025. A Motiva Infraestrutura de Mobilidade divulgou dados operacionais de fevereiro. A Suzano aprovou a realização da 12ª emissão de debêntures simples. A Vibra aprovou a 10ª emissão de debêntures simples, no valor total de R$ 1,5 bilhão. O Banrisul aprovou o pagamento de Juros sobre o Capital Próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor de R$ 90 milhões.