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Petrobras nega defasagem em preços de combustíveis e responde à CVM

A Petrobras se manifestou sobre sua política de preços de combustíveis e negou estimativas de defasagem em relação ao mercado internacional. A declaração foi feita em resposta a um ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A CVM questionou a companhia após notícias sobre uma possível interferência política na política de preços da estatal. O pedido de esclarecimentos teve como base declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Posicionamento da Petrobras

A Petrobras rebateu cálculos de agentes de mercado sobre os preços do diesel e da gasolina. A empresa reiterou que os reajustes de preços são feitos com base em análises técnicas.

A estatal citou o aumento de R$ 0,38 por litro no preço do diesel A para distribuidoras e a adesão a um programa federal de subvenção que adiciona R$ 0,32 por litro. Segundo a empresa, o efeito combinado equivale a R$ 0,70 por litro.

A Petrobras não reconhece as estimativas divulgadas por analistas. A empresa afirmou que sua governança e deveres fiduciários estão sendo observados.

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