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MPF pede suspensão de trecho da Estrada de Ferro Carajás e Morgan Stanley avalia impacto

O Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça Federal para suspender o uso de um trecho da Estrada de Ferro Carajás (EFC) que atravessa a terra indígena Mãe Maria, no Pará. A ação foi protocolada porque a Vale estaria operando a segunda linha da ferrovia sem licença ambiental e sem consulta prévia às comunidades indígenas.

O Ibama emitiu um parecer técnico em novembro de 2025, apontando pendências ambientais que impediam a concessão da licença operacional. O MPF também pede indenização por danos morais coletivos. Nem a Vale nem o Ibama comentaram a iniciativa.

Análise do Morgan Stanley

O Morgan Stanley avalia o impacto da ação judicial. O banco afirma que o impacto potencial depende da decisão da Justiça e se a suspensão abrangerá apenas a linha adicional ou todo o corredor ferroviário.

O banco considera que um eventual impacto operacional seria limitado caso a paralisação ocorra no início do ano e por curto período. A produção e os embarques do Sistema Norte tendem a ser menores no primeiro semestre, historicamente representando 44% da produção anual.

A Vale transportou 176 milhões de toneladas em 2024, 172 milhões em 2023 e 172 milhões em 2022. Em 2025, quando a linha adicional já estava ativa, foram transportadas 170 milhões de toneladas.

O Morgan Stanley tem recomendação overweight para o ADR da Vale, com preço-alvo de US$ 18.

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