Search

MP pede prisão preventiva de ex-CEO da Hurb após nova detenção

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) solicitou, na terça-feira (6), a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb (antigo Hotel Urbano), após sua recente detenção no Ceará.

Detenção e Descumprimento de Medidas Cautelares

Mendes foi detido na segunda-feira (5) no Aeroporto de Jericoacoara, portando documento de identidade falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada. Ele já respondia a um processo por suspeita de furto de obras de arte. Segundo o MP-RJ, o descumprimento reiterado das medidas cautelares, incluindo o uso da tornozeleira e a ausência de apresentação de relatórios médicos desde setembro, justificam o pedido de prisão.

Histórico de Acusações

Em abril de 2025, Mendes foi preso em flagrante por furto de obras de arte em um hotel de luxo e um shopping no Rio de Janeiro. A promotoria o denunciou por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo na ocasião. A prisão preventiva foi posteriormente convertida em medidas cautelares.

O Caso Hurb

João Ricardo Rangel Mendes e seu irmão fundaram a Hurb em 2011. A empresa, que apostava em pacotes de viagens com datas flexíveis, enfrentou dificuldades para honrar compromissos com clientes e parceiros após a pandemia de Covid-19. A Hurb entrou com pedido de recuperação judicial em 2024. Mendes deixou o cargo de CEO em abril de 2023.

Quer receber mais notícias? Acesse nosso canal no WhatsApp.
Entrar no canal do WhatsApp

Esses posts também podem te interessar:

Confira também o EmpreendaSC Talk:

Relacionado

Elektra Engenharia Aplicada

Elektra: A Engenharia que Cresce com o Cliente. Uma História de Inovação em Automação Industrial

Destaques

Irlanda votará contra acordo comercial UE-Mercosul, diz vice-premiê

Notícias

BoJ: Economia japonesa se recupera, mas tensões com a China geram alertas

Notícias

Itália busca reduzir limite de importações do Mercosul para 5% em acordo com UE

Notícias

IGP-DI sobe 0,10% em dezembro e fecha 2025 com queda de 1,20%, informa FGV

Notícias