A Microsoft completou 40 anos de seu IPO em 13 de março de 1986. A empresa iniciou suas atividades com uma capa de revista e, posteriormente, se tornou uma das companhias mais valiosas do mundo.
Em janeiro de 1975, Bill Gates e Paul Allen observaram o computador pessoal Altair 8800 na capa da revista Popular Electronics. Eles enxergaram a necessidade de software para a máquina. Dessa percepção nasceu a Microsoft, combinação de “microprocessors” e “software”.
Abertura de capital
A companhia estreou na bolsa Nasdaq em 13 de março de 1989, com o preço de US$ 21 por ação. Ao final do primeiro dia de negociação, as ações haviam subido para US$ 35,50. A oferta levantou capital e proporcionou aos investidores a chance de adquirir uma parte da empresa.
Um investimento de US$ 1.000 no preço do IPO compraria aproximadamente 47 ações. Ao longo de quatro décadas, a Microsoft realizou nove desdobramentos de ações, transformando as 47 ações em cerca de 13.700 ações.
Desempenho no mercado
Se o investidor mantivesse o papel por quatro décadas, o investimento inicial de US$ 1.000 teria se transformado em US$ 5,5 milhões, devido aos desdobramentos que mantiveram o preço das ações acessível e aumentaram o número de papéis.
A Microsoft começou a pagar dividendos trimestrais em 2003. Até 2022, um investidor de longo prazo teria recebido US$ 341.513 adicionais em dividendos. Atualmente, esse mesmo investidor estaria recebendo cerca de US$ 36 mil por ano em dividendos.
No segundo trimestre do ano fiscal de 2026, a Microsoft reportou receita de US$ 81,3 bilhões. O lucro operacional chegou a US$ 38,3 bilhões e o lucro líquido atingiu US$ 38,5 bilhões. A Microsoft devolveu US$ 12,7 bilhões aos acionistas no segundo trimestre do ano fiscal de 2026, por meio de dividendos e recompras de ações.
Quarenta anos atrás, um investimento de US$ 1.000 em uma empresa de software valeria aproximadamente US$ 5,5 milhões.