Mark Zuckerberg, CEO da Meta, está desenvolvendo um assistente de inteligência artificial (IA) para uso em suas atividades como executivo, conforme noticiado pelo Wall Street Journal. A ferramenta ainda está em desenvolvimento.
Zuckerberg já foi o rosto de outras iniciativas da Meta, como o metaverso. Ele utilizou óculos inteligentes de IA da Meta em público e conduziu reuniões nos escritórios de realidade virtual da empresa.
Assistente de IA em desenvolvimento
De acordo com o Wall Street Journal, o assistente de IA em desenvolvimento fornece informações a Zuckerberg de maneira mais rápida, agilizando processos que antes demandavam consultas a múltiplas pessoas. A Meta não comentou sobre a ferramenta.
A Meta tem investido em IA e incentivado o uso da tecnologia pelos funcionários. A empresa incorporou o “impacto impulsionado por IA” nas avaliações de desempenho e criou rankings baseados no consumo de tokens, uma medida de uso de IA.
Uso da IA por líderes
Uma pesquisa com mais de 6.000 líderes seniores nos EUA, Reino Unido, Alemanha e Austrália revelou que quase 70% dos CEOs, CFOs e executivos seniores utilizam IA no trabalho por menos de uma hora por semana, enquanto 28% não a usam de forma alguma. O estudo foi coautor pelo economista de Stanford Nicholas Bloom.
Pesquisas da Gallup indicam que o apoio dos gestores à IA é um fator determinante para que os funcionários utilizem e valorizem as ferramentas de IA.
Em organizações que investem em IA, funcionários que concordam plenamente que seus gestores apoiam o uso da IA têm mais probabilidade de usar a tecnologia e considerá-la útil, segundo a Gallup.
A Meta está promovendo uma cultura experimental, com funcionários participando de hackathons de IA e implementando agentes pessoais de IA para diversas tarefas, conforme relatado pelo Wall Street Journal.
A companhia está fomentando uma cultura experimental, com funcionários participando de hackathons de IA e implementando agentes pessoais de IA que realizam tarefas em seu nome.



