A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, declarou que a transição de governo no país, após a captura do ditador Nicolás Maduro, será “a mais curta e rápida possível”. A declaração foi dada em entrevista ao jornal venezuelano La Patilla, publicada em 7 de janeiro de 2026.
Contexto da Declaração
María Corina descreveu a situação atual como “extremamente instável”, pois, segundo ela, “o próprio regime está sendo instruído a se desmantelar”. Ela ressaltou a importância da libertação de todos os presos políticos para viabilizar a transição.
Posicionamento sobre Eleições e EUA
A opositora afirmou que Edmundo González Urrutia venceu as eleições presidenciais com quase 70% dos votos e, portanto, é o presidente eleito. Sobre a ação dos Estados Unidos, ela defendeu que a operação americana visou salvar vidas. María Corina não detalhou um cronograma para a transição, mas pediu calma e ressaltou a necessidade de restaurar as liberdades antes de novas eleições.
Declarações Adicionais
María Corina expressou sua crença de que a Venezuela se tornará um polo de energia e tecnologia para as Américas. Ela concluiu afirmando que o processo de mudança é irreversível. Após a captura de Maduro, o então presidente dos EUA, Donald Trump, declarou não apoiar María Corina, sugerindo que Delcy Rodríguez, vice de Maduro, assumisse o comando.
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