As ações da Magazine Luiza (MGLU3) apresentaram alta de 8,19% na manhã de 13 de março de 2026, cotadas a R$ 10,17, conforme informações do InfoMoney. O movimento ocorreu após a divulgação dos resultados do último trimestre de 2025.
No acumulado do ano, a valorização das ações é de 12,6%.
Resultados do 4T25
O volume bruto negociado (GMV) da Magazine Luiza teve queda de 1% na comparação anual, refletindo o desempenho do e-commerce, tanto no modelo 1P quanto 3P. As vendas nas lojas físicas (SSS) avançaram 8,4%.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) ajustado foi de R$ 821 milhões, uma redução de 3% em relação ao ano anterior. O lucro líquido ajustado foi de R$ 78 milhões.
O JPMorgan estimou consumo de caixa de cerca de R$ 1 bilhão no trimestre e R$ 530 milhões nos últimos 12 meses.
A XP Investimentos mencionou demanda pressionada por cenário macroeconômico desafiador e aumento da concorrência online. A companhia registrou R$300 milhões em provisões de estoque, o que levou a um EBITDA abaixo do esperado.
O Itaú BBA destacou que o canal online continua pressionado. O banco também mencionou a constituição de R$ 300 milhões em provisões de estoque, com impacto no EBITDA.
O Goldman Sachs avaliou que o crescimento da receita nas lojas físicas foi parcialmente compensado pelo desempenho mais fraco do comércio eletrônico, resultando em alta de 3% na receita anual. O banco destacou uma provisão pontual de R$ 300 milhões em estoques.
O Morgan Stanley destacou pressão nas margens após uma provisão de cerca de R$ 300 milhões em estoques, enquanto o EBITDA ajustado caiu 3% em relação ao ano anterior. Um benefício fiscal na LuizaCred contribuiu para que o lucro líquido superasse as estimativas.
Itaú BBA manteve recomendação market perform e preço-alvo de R$ 10. O Goldman Sachs manteve recomendação neutra e preço-alvo de R$ 9,50. O Morgan Stanley manteve recomendação underweight, com preço-alvo de R$ 8. O JPMorgan também manteve recomendação underweight, com preço-alvo de R$ 6.


