O Ibovespa B3 registrou alta de 1,21% na quinta-feira (19), alcançando 188.259,16 pontos, um ganho de 2.242,85 pontos.
O índice se aproximou do patamar histórico, influenciado principalmente pela entrada de capital estrangeiro e pelo desempenho positivo das ações de maior peso.
Apesar de um ambiente externo marcado por aversão ao risco nas bolsas internacionais, o mercado brasileiro manteve trajetória positiva.
Destaques do dia
Petrobras (PETR4) subiu 2,12%, acompanhando a valorização do petróleo. Vale (VALE3) avançou 0,32%. Itaú (ITUB4) teve alta de 1,00% e Bradesco (BBDC4) ganhou 2,10%.
Bruno Perri, economista-chefe, estrategista de investimentos e sócio-fundador da Forum Investimentos, afirmou que o avanço do índice ocorreu mesmo diante do cenário internacional adverso.
Entre as maiores valorizações do pregão, destacaram-se as ações do setor de saúde e serviços:
- AXIA6: 6,65%
- HAPV3: 6,52%
- AXIA7: 4,92%
- RDOR3: 3,78%
Na ponta negativa, o mercado registrou queda em alguns papéis:
- PCAR3: -9,23%
- RAIZ4: -7,46%
- WEGE3: -3,88%
- ASAI3: -3,01%
- USIM5: -1,42%
Petrobras, Bradesco e Cogna foram as ações mais negociadas.
Cenário econômico
O mercado também analisou a divulgação do IBC-Br, que mostrou retração mensal menor que o esperado.
Perri avaliou que o real mais forte e o fluxo estrangeiro ajudam a sustentar os ativos locais.
Dólar
O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,25%, cotado a R$ 5,227, interrompendo três pregões consecutivos de alta. A moeda oscilou entre R$ 5,215 e R$ 5,253.
O real se valorizou devido ao fluxo estrangeiro para a bolsa e a renda fixa brasileira.
O Ibovespa fechou o pregão com alta, impulsionado por fluxo estrangeiro.




