Uma explosão na Rua da Consolação, em São Paulo, causou a abertura de uma cratera no asfalto no dia 1º de março, um domingo, interrompendo o trânsito e afetando linhas de ônibus.
O incidente ocorreu por volta das 22h15, na altura do número 2.104 da Rua da Consolação, próximo à Avenida Paulista, no sentido da via.
Reações e Responsabilidades
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), atribuiu a responsabilidade à Enel, concessionária de energia. A empresa, por sua vez, mencionou vazamento de gás. A Comgás, Companhia de Gás de São Paulo, negou o vazamento.
O que aconteceu
Testemunhas relataram ter sentido odor de borracha queimada e visto fumaça preta antes da explosão. O Corpo de Bombeiros, a Enel, a Comgás e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) foram acionados.
A Comgás informou que realizou duas inspeções no local, mas não identificou vazamento de gás natural encanado. A companhia afirmou que não foram encontrados etano e outros componentes característicos do gás natural.
O prefeito Ricardo Nunes afirmou que a Enel só enviou uma equipe ao local quase 12 horas após a explosão. A Secretaria Municipal das Subprefeituras informou que acompanha os trabalhos.
A Enel declarou que não houve danos na rede elétrica. A empresa afirmou que no local há cabos da rede enterrada, que não seriam capazes de causar uma explosão como a ocorrida. A Enel mencionou que suas medições detectaram a presença de gás inflamável no local.




