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Bitcoin: Criptomoeda oscila após queda para US$ 60 mil, mercado debate fundo

O Bitcoin (BTC) apresentou oscilações após atingir a região de US$ 60 mil na última sexta-feira (6). Na segunda-feira (9), a criptomoeda era negociada em torno de US$ 70 mil.

Alexandre Vasarhelyi, gestor de portfólio da B2V Crypto, avalia que o volume e a velocidade de vendas na última semana foram recordes, indicando um possível fundo. No mercado financeiro, o fundo representa uma mínima em um ciclo de queda.

Análise da Galaxy Digital

A Galaxy Digital descreve a queda recente como parte de um processo de desalavancagem, com liquidações concentradas em derivativos. A gestora aponta que a queda acumulada, de mais de 50% em relação ao pico de US$ 126 mil em outubro de 2025, é compatível com zonas de fundo.

Alex Thorn, head de research da Galaxy, em relatório, afirmou que a redução nas vendas por parte dos investidores de longo prazo sugere maior confiança.

Comportamento do Mercado

Uma análise do Mercado Bitcoin indicou que, durante a queda, houve mais compradores do que vendedores. Fabrício Tota, vice-presidente de Negócios Cripto da empresa, afirmou que os preços refletem o comportamento das pessoas.

Vasarhelyi ressalta que quedas de 50% são recorrentes na história do Bitcoin.

Índice de Ganância e Medo

O Índice de Ganância e Medo do Bitcoin, que mede o humor do mercado cripto, chegou a 5 pontos em uma escala de 0 a 100 no fim da semana passada, indicando medo extremo.

Contexto Macro

O mercado global passa por um período de reavaliação de risco, com juros mais altos em economias centrais. A ausência de um novo choque de crédito é crucial. Segundo Vasarhelyi, se não houver um evento semelhante à quebra da FTX em 2022, é plausível que os US$ 60 mil tenham sido o fundo.

A Strategy, maior detentora de Bitcoin do mundo, teve uma perda de quase 60% nas ações ordinárias em 12 meses, mas reafirmou que seguirá comprando a criptomoeda.

Estrategistas do JPMorgan chamaram atenção para a queda da volatilidade do Bitcoin em relação ao ouro.

O critério central para a decisão de investimento ainda deve ser o longo prazo, segundo Vasarhelyi.

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