A Agência Nacional do Petróleo (ANP) condicionou a retomada da atividade de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas pela Petrobras à apresentação de esclarecimentos sobre o vazamento de fluido sintético, conforme documentos vistos pela Reuters e uma fonte a par da situação. A decisão, assinada na quarta-feira, exige uma avaliação inicial das causas do evento e seus impactos, além de ações mitigadoras.
Exigências da ANP
O documento da ANP determina que a sonda de perfuração ODN II (NS-42) só poderá retomar as atividades após autorização expressa da agência. A Petrobras, que avaliava retomar a campanha exploratória no campo de Morpho em até 20 dias antes da reunião com a ANP, precisará cumprir as exigências.
Detalhes do Vazamento
O vazamento foi identificado no último domingo em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ao poço Morpho, localizado a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá. O incidente paralisou as atividades. A Petrobras informou que o vazamento foi contido e o fluido é biodegradável. O volume do vazamento foi de pouco mais de 18 metros cúbicos, maior do que os 15 metros cúbicos inicialmente informados.
Próximos Passos
A ANP planeja inspecionar a sonda de perfuração em fevereiro. A Petrobras, ao iniciar a perfuração em outubro, estimou que as atividades durariam cerca de cinco meses.
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