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Trump considera ‘encerrar’ operações no Irã, mas objetivos de guerra seguem incertos

WASHINGTON — O presidente Donald Trump afirma estar considerando “encerrar” as operações no Irã, embora muitos dos objetivos de guerra originais não tenham sido alcançados, conforme reportado em 22 de março de 2026.

Na sexta-feira, 20 de março, Trump indicou que poderia encerrar as operações no país. No entanto, ainda não está definido se ele irá de fato finalizar a ação.

Contexto da situação

Sinais como o aumento do preço da gasolina, infraestrutura em deterioração no Golfo Pérsico e a teocracia iraniana, que se mantém firme, sugerem que as repercussões da ação de Trump podem perdurar.

Trump, em viagem à Flórida, mencionou a possibilidade de encerrar as operações. Ele disse a repórteres que não tinha interesse em um cessar-fogo porque os Estados Unidos estavam “aniquilando” os estoques de mísseis do Irã, sua marinha, força aérea e base industrial de defesa.

A comunicação de Trump foi descrita como inconsistente. Seus críticos veem isso como falta de estratégia, enquanto seus apoiadores interpretam como ambiguidade estratégica.

Novos objetivos

A lista de objetivos de Trump foi alterada, com algumas metas anteriores sendo omitidas ou diluídas. Ele não mencionou derrotar a Guarda Revolucionária.

Trump também sugeriu uma nova meta: impedir o Irã de obter capacidade nuclear e garantir que os EUA possam reagir rapidamente a essa situação. Ele também exigiu que o Estreito de Ormuz fosse vigiado e policiado por outras nações.

As mudanças nos objetivos de Trump continuaram até sábado, 21 de março. Ele ameaçou atingir as usinas de energia do Irã se o país não “ABRISSE COMPLETAMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz”.

O presidente afirmou que os ataques americanos às usinas iranianas começariam “PELA MAIOR PRIMEIRO”. A maior usina do Irã parece ser sua única usina nuclear em operação, em Bushehr.

Trump esperava uma capitulação do Irã, como indicado por sua exigência de “rendição incondicional”. A recusa do Irã em ceder foi uma surpresa para o presidente.

A crise nos mercados de energia, classificada como a maior interrupção de oferta na história global de petróleo, também surpreendeu Trump.

Outra surpresa foi a necessidade de aliados. Patrulhar o estreito e outros pontos de passagem parece ser uma tarefa que pode durar meses ou anos.

A ausência total de levante, tanto dentro da Guarda Revolucionária quanto entre cidadãos comuns iranianos, também surpreendeu o presidente.

Trump iniciou a guerra contra o Irã após obter vitórias rápidas em outras operações.

O presidente começou a usar a palavra “excursão” para sugerir que se trata de um desvio momentâneo. No entanto, não há um fim real à vista.

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