Fundos globais de mercados emergentes aumentaram a exposição ao Brasil em 2025, com o país registrando entrada líquida de US$ 4,7 bilhões em fundos de ações, conforme levantamento do JPMorgan divulgado nesta terça-feira (6).
Preferência por Brasil em meio a emergentes
O Brasil foi o único país da América Latina a figurar entre os dois com maior preferência dos gestores globais, ao lado da Coreia do Sul, segundo dados do JPMorgan. Um total de 56 grandes gestores globais demonstraram preferência pelo país.
Fluxo de capital e desempenho do Ibovespa
O fluxo positivo de capital para o Brasil, no valor de US$ 4,7 bilhões em fundos de ações, contribuiu para o desempenho do Ibovespa, que atingiu um recorde. A entrada de recursos contrasta com saídas observadas em mercados como Índia e África do Sul.
Cenário macroeconômico e perspectivas
Apesar da preferência, a leitura macroeconômica para 2026 é mais contida, com inflação ainda elevada e expectativa de desaceleração do PIB. O Goldman Sachs projeta redução de até 250 pontos-base na taxa básica de juros, levando-a a 12,5%. O banco aponta que o Brasil deve continuar operando com déficits elevados e dívida em trajetória de alta.
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